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Carnaval sucateado: gestão Nunes corta infraestrutura e ataca festa popular em São Paulo

  • 12 de fev.
  • 1 min de leitura

Prefeitura reduz estrutura e festa popular sofre com banheiros insuficientes e falhas graves na organização


Foto: Reprodução/X
Foto: Reprodução/X

O Carnaval de rua em São Paulo tem sido atacado sob a gestão de Ricardo Nunes (MDB). A Prefeitura cortou parte significativa da infraestrutura oferecida aos blocos da capital, mesmo utilizando os mesmos recursos públicos do ano passado. Com orçamento igual a 2025, Nunes optou por não apoiar financeiramente blocos históricos da capital, como Charanga do França e Pagu, e ainda cortou a estrutura da principal e mais democrática festa popular brasileira.


Entre os principais problemas relatados estão a diminuição de serviços essenciais e falhas na execução dos contratos. Em diversos pontos da cidade, blocos ficaram sem banheiros químicos suficientes, com entregas abaixo do previsto ou simplesmente não realizadas. Subprefeituras registraram casos em que a estrutura chegou com atraso ou em quantidade muito menor do que o planejado, obrigando blocos a arcar com custos extras ou operar em condições precárias.


Há relatos de eventos que ocorreram sem banheiros, ambulâncias ou suporte adequado de segurança e fiscalização, gerando riscos à saúde pública e dificuldades para moradores e foliões. O carnaval é uma manifestação cultural que movimenta a economia e democratiza o acesso à cultura, mas a precarização da atual Prefeitura tem penalizado quem constrói a festa nas ruas.


Outro ponto crítico no planejamento do Carnaval na cidade foi a irresponsabilidade de Ricardo Nunes ao permitir blocos com capacidade muito acima do recomendável, como no Ibirapuera e na Rua da Consolação. Mesmo com avisos da polícia e de especialistas, o prefeito insistiu em manter eventos e estruturas precárias que não comportam o público e colocam vidas em risco.

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